A Recria se articula a partir da atuação de laboratórios e grupos de pesquisa distribuídos pelo país, e também internacionais, que acolhem e realizam investigações diretamente relacionadas às interseções entre infância, adolescência e comunicação, com o olhar para a realidade brasileira. A entidade acolhe ainda pesquisadores colaboradores, que trabalham com a temática. Os GPs e laboratórios que estruturam a rede são:
AnimaMídia – Grupo de Pesquisa em Desenhos Animados
AnimaMídia reúne docentes e discentes interessados em entender / contextualizar / problematizar o universo dos desenhos animados em suas mais variadas formas de exibição e circulação. Nossa proposta é inserir esse produto midiático em relação ao consumo adulto e infantil, sem no entanto limitá-lo a uma leitura unidirecional de seu circuito comunicativo. Interessa-nos desenhos animados do mundo todo, com ênfase nos desenhos brasileiros em diálogo com produções estrangeiras, sobretudo considerando o complexo cenário globalizado contemporâneo, no qual produções de regiões tidas como “periféricas” dialogam e muitas vezes se fortalecem frente aos desenhos animados “centrais”. Nossos olhares têm em vista aspectos históricos, socioculturais e técnicos que possibilitem entender os desenhos animados como elementos fundamentais para compreender o mundo contemporâneo.
Página do grupo: https://pesquisaanimamidia.wordpress.com/
Página do grupo no diretório do CNPq: dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo/0513281405358692
Centro Interdisciplinar de Ciências Sociais (CICS.NOVA) – Portugal
O CICS.NOVA tem como missão o desenvolvimento da investigação científica em ciências sociais, com especial foco na sociologia e na geografia, a promoção do pensamento crítico e a integração do conhecimento gerado nas comunidades em que está inserido, a nível nacional e internacional. De acordo com estes princípios, o CICS.NOVA atribui um papel particularmente relevante tanto ao ensino e à formação avançada, como à cocriação e à transferência de conhecimento em articulação com decisores políticos, empresas e outras organizações da sociedade civil. O CICS.NOVA fomenta ainda a disseminação e a comunicação de ciência e conhecimento, por intermédio de uma forte presença na comunidade científica e no espaço público. Estes eixos de atividade são orientados pelo estudo interdisciplinar dos sistemas territoriais e do comportamento humano, as particularidades do funcionamento das instituições e as suas relações com os contextos espacial e social envolventes.
Página do grupo: https://www.cics.nova.fcsh.unl.pt/
Criança na mídia: Núcleo de Estudos em Comunicação, Educação e Cultura
O Núcleo de Estudos Criança na Mídia tem como proposta compartilhar discussões sobre o espaço que a criança tem ocupado nos mais variados artefatos midiáticos, como nos campos do jornalismo, publicidade e entretenimento. Esta estreita relação mídia e criança tem desafiado a sociedade, mobilizando profissionais e pesquisadores/as de diferentes áreas. Pensando nessas e em outras questões é que nasce este núcleo de estudos na Universidade Feevale, tendo com o objetivo promover a reflexão a respeito do novo cenário que surge, para que tenhamos uma comunicação responsável com a criança. É um grupo interdisciplinar que busca ampliar o debate sobre o impacto da mídia na constituição da identidade infantil contemporânea.
Página do grupo: https://criancanamidia.com.br
Página do grupo no diretório do CNPq: http://dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo/7577839048521088
Curió: Grupo de pesquisa sobre crianças, educação infantil e cotidiano pedagógico
Grupo de pesquisa interessado no campo da formação de professores, desenvolvimento de pesquisas e produção de conhecimento a respeito de bebês, crianças bem pequenas e crianças pequenas em contextos de vida coletiva. Integra o Observatório da Cultura Infantil – OBECI.
Página do grupo: www.obeci.org
Página do grupo no diretório do CNPq: https://dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo/3628605443044089
Epistemologia do diálogo social: Grupo de Pesquisa e Laboratório das Narrativas da Contemporaneidade
Na Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP), Cremilda Medina é orientadora na pós-graduação no âmbito do Programa em Ciências da Comunicação (PPGCOM) e do Programa de Integração da América Latina (Prolam). Desde 1986 até hoje, a jornalista e professora junta-se a estudantes de graduação e pós-graduação para desenvolver pesquisas em torno do Diálogo Social. Dessa forma, o grupo de pesquisa Epistemologia do Diálogo Social é proveniente desses encontros e dedica-se à reflexão e à prática da dialogia nas sociedades democráticas contemporâneas. Principalmente, em relação ao papel do mediador-autor, aquele que colhe e articula os sentidos coletivos, que se reporta aos acontecimentos do presente. Ao acompanhar as capacidades éticas, técnicas e estéticas dos mediadores-autores (comunicadores sociais, cientistas e educadores), as pesquisas lideradas por Cremilda Medina, há cinco décadas, com uma perspectiva inter e transdisciplinar, atravessam a profissionalização e os rumos do Jornalismo; os desafios paradigmáticos da relação Ciência e Sociedade; e a prática das narrativas da contemporaneidade, como Medina denomina a reportagem.
Página do grupo: https://epistemologiadodialogosocial.wordpress.com
Página do grupo no diretório do CNPq: dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo/8986857171058555
ESC – Ética (para além) da Sociedade de Consumo (UFSC)
O GP ESC vincula-se à Recria a partir de uma vertente de suas investigações que concentra-se sobre a “Ética na Sociedade do Consumo Infantil de Comunicação”. Os projetos individuais e coletivos que integram esta área de atuação no ESC conectam-se pelo objetivo de lançar um olhar a) crítico sobre os vínculos que se estabelecem entre crianças e práticas discursivas do mercado; e b) propositivo, na medida em que dialogam diretamente com alternativas de transformação/resistência circunscritas a uma cultura capitalista. Entre as possibilidade de articulação entre comunicação e infância vislumbradas (porém de forma alguma esgotadas) para este núcleo de atuação do grupo, preveem-se questões como percepções críticas sobre os discursos das marcas em diálogo com o público infantil; a apropriação/ocupação infantil de espaços como redes sociais digitais; direitos sociais/digitais de crianças; subjetividades e processos de socialização perpassados pela amplificação de uma cultura infantil do consumo; processos de literacia midiática / publicitária; entre outros.
Página do grupo no diretório do CNPq: http://dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo/789806
GentES: Escola, Formação e Políticas (PUC-Campinas)
Estuda as políticas educacionais e os processos de formação, a partir da perspectiva de gestoras, professoras e estudantes. Com base em abordagens sociológicas e discursivas, investiga as relações de poder vivenciadas no cotidiano das escolas e a construção de subjetividades e de identidades profissionais que se configuram nesses territórios
Página do grupo no diretório do CNPq: http://dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo/811828
Laboratório de Pesquisa da Relação Infância, Juventude e Mídia (LabGrim)
O LABGRIM reúne pesquisadores cujos estudos têm tematizado, nos últimos anos, aspectos diversos da relação infância, juventude e comunicação. É seu propósito aprofundar referenciais teórico-metodológicos que permitam compreender os processos comunicativos contemporâneos, especialmente no campo da comunicação midiática, a partir do foco nas crianças e jovens. Nesses mais de 15 anos, o GRIM vem ganhando crescente visibilidade nacional. Nos últimos anos, o GRIM tem sido agraciado com bolsas PIBIC-UFC e bolsas CAPES, nível Mestrado. Em 2012 publicou o livro Qualidade na Programação Infantil da TV Brasil, resultado da pesquisa quanti-qualitativa realizada para o Conselho Curador da EBC. De 2013 a 2015 integrou a Rede Brasil Conectado, em parceria com a UFRGS. Em 2014 e 2015 realizou a pesquisa Publicidade Infantil em Tempos de Convergência em parceria com o Ministério da Justiça. Atualmente realiza a pesquisa Kids Online, em parceria com a UNL.
Página do grupo: https://www.facebook.com/labgrim/
Página do grupo no diretório do CNPq: dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo/5941359703146793
Laboratório de Estudos e Observação em Publicidade, Comunicação e Sociedade (OPSlab)
O Opslab – Laboratório de Estudos e Observação em Publicidade, Comunicação e Sociedade foi criado em 2021 com o intuito de desenvolver atividades que articulam ensino, pesquisa e extensão, contribuindo para a produção e compartilhamento de conhecimentos sobre a comunicação enquanto práxis político-pedagógica. Vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal de Mato Grosso, reúne estudantes de graduação, mestrandos e pesquisadores interessados na compreensão sobre os diversos aspectos da relação entre sociedade e comunicação, com ênfase na comunicação publicitária. Realiza estudos nas linhas de pesquisa: comunicação, representação e cidadania; infâncias, juventudes e comunicação; literacia publicitária.
Página do grupo: https://www.opslab.com.br/
Página do grupo no diretório do CNPq: http://dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo/702213
Núcleo de Pesquisa em Jornalismo (NUPEJOR)
O Núcleo de Pesquisa em Jornalismo (NUPEJOR) reúne pesquisadores que atuam no Programa de Pós-Graduação em Comunicação (PPGCOM/UFRGS), na Graduação em Jornalismo da UFRGS e em outras instituições. É um núcleo integrador de investigações sobre o campo jornalístico, com três linhas de pesquisa: Jornalismo e Discurso, Jornalismo e Estudos de Televisão, Sociologia do Jornalismo. O grupo é espaço de reflexão e interlocução, congregando as pesquisas em desenvolvimento por doutores e seus orientandos (doutorandos, mestrandos e acadêmicos da graduação). Existe desde 2004 e está registrado no diretório dos grupos de pesquisa do CNPq.
Página do grupo no diretório do CNPq: http://dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo/3970540385148313
Ponto – Afetos, Gêneros, Narrativas
Este grupo de pesquisa parte do ponto, dos sentidos e do que o fazemos significar para pensar na comunicação a partir de sujeitos que a atravessam e são atravessados e constituídos por ela, seja a partir da mirada práticas jornalísticas, na relação dos afetos com a comunicação, na materialidade das imagens e nos estudos de gênero. A interface dos sujeitos com a comunicação é nosso ponto de partida. Nossos pontos de chegada são a boniteza da procura; podem ser as descobertas.
Página do grupo: https://www.facebook.com/ponto.grupodepesquisa
Página do grupo no diretório do CNPq: http://dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo/253923
Publicidade Híbrida e Narrativas de Consumo (PHiNC)
O Grupo de Pesquisa Publicidade Híbrida e Narrativas de Consumo, constituído em 2018, dá continuidade às investigações de seu grupo antecessor – Publicidade nas Novas Mídias e Narrativas de Consumo, descontinuado no mesmo ano. O GP PHiNC busca identificar se as demandas de consumidores contemporâneos, atentos às questões sociais, políticas e ideológicas das marcas, somadas à sua visão cidadã e lógica consumerista, está se refletindo em efeitos sobre a atividade publicitária, tendo em vista que a defesa de causas pode repercutir no capital social e simbólico das marcas, seja a partir de um altruísmo genuíno, seja decorrente de um oportunismo pontual. As pesquisas desenvolvidas pelos integrantes do GP têm sido apresentadas em alguns do principais eventos das áreas de Publicidade e Consumo, tais como Compós, Intercom, Comunicon e Propesq-PP, reafirmando o Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade Federal de Pernambuco como um espaço profícuo de investigação dessas áreas de conhecimento.
Página do grupo: https://www.instagram.com/gp_phinc/
Página do grupo no diretório do CNPq: http://dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo/7329416237964380
Sinestelas
Num país como o Brasil, em que o telejornalismo atua em sua função pedagógica, identitária e referencial para boa parte da população e que abriga 7 das 10 maiores lives do planeta, todas musicais , torna-se primordial analisar as relações entre o audiovisual (com destaque para a TV e a música) e o universo popular. Operamos com a ideia de que as lives, videoclipes, telejornais e outras produções audiovisuais contemporâneas podem retirar a produção amadora de seu romantizado núcleo familiar e despolitizado e a colocar num espaço-tempo de atuação pública. A TV aqui, vista tanto como aparelho multitelas como “planeta particular” pode atuar nos jogos de vinculação dos atos discursivos às relações de localização e afetação dos sujeitos no interior da linguagem e conferir um tom de domesticidade, mesmo nas produções profissionais. Uma nova cidade humana, que implode a oposição logos/pathos (razão e paixão). E mostra a urgência de outra posição interpretativa que atue para além da interação entre forças mecânicas e valorize os dispositivos de afeto como a simpatia, a antipatia, o amor. As variadas lutas pela hegemonia e contra-hegemonia encontram na mídia o espaço ideal para revelar a complexidade do tecido social atual, para além de sua capacidade de “representação do real”. Amadores e profissionais passam a buscar novos espaços em tela, em migrações audiovisuais. E sugerem um movimento que concentra suas forças não mais (ou apenas) para rivalizar, mas “viralizar”, numa espécie de “mutualismo midiático”, interação em que ambos se dependem e se beneficiam- e que mapeamos neste Projeto.
Página do grupo: https://sinestelas.wixsite.com/sinestelas
Página do grupo no diretório do CNPq: http://dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo/1199802883341337